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Parte 5

De bem com seu cérebro

 

Neurociência oferece informações preciosas

sobre nove atitudes fundamentais para

melhorar - e, sobretudo, manter o raciocínio e a memória

ágeis por mais tempo

 

 

 

 

 
 

 

 

 

Até recentemente, os estudos neurocientíficos se concentraram principalmente em doenças e causas variadas de infelicidade e mal-estar. Nos últimos anos, no entanto, uma bem-vinda extensão do enfoque levou pesquisadores a se interessar também pelo que é saudável: as maneiras de manter o cérebro funcionando com saúde, da melhor forma possível; a satisfação e as formas de alcançá-la,- os mecanismos do prazer, da felicidade e seus efeitos benéficos sobre o sistema nervoso. Mais do que a ausência de mal-estar, o bem-estar envolve um conjunto de sensações de satisfação, prazer, motivação, auto-estima, força física, relacionamentos sociais benéficos, alguma independência e autonomia sobre a própria vida.
Ao começar a compreender esses processos, a neurociência hoje oferece informações preciosas sobre fatores mais importantes para encontrarmos paz e felicidade com o cérebro que temos- e, sobretudo, para mante-las. O desafio mental constante, por exemplo, ajuda a desenvolver novas conexões neuronais e a reforçar as que estão fracas, diminuindo o risco de surgirem doenças neurológicas degenerativas ou, pelo menos, aumentar nossas chances de amenizá-las ou retardar seu aparecimento. Se por um lado é verdade que o bem-estar depende do cérebro, por outro só nos sentimos bem quando esse órgão recebe informações do corpo de que também este está em boas condições. O sistema interoceptivo — que leva informações à ínsula, região do córtex que monitora o estado fisiológico do corpo e suas expressões emocionais de prazer, surpresa, medo, alegria - dedica-se exatamente a essa tarefa. Embora o cérebro represente apenas 1% da massa corporal, ele consome 20% da energia necessária ao longo do dia, trazida pelo sangue. O fluxo sanguíneo intenso e constante é crítico: uma redução de apenas 1% é suficiente para provocar mal-estar e até desmaio. Alguns dos principais fatores de risco de acidentes vasculares são evitáveis, como o fumo, a hipertensão, o sedentarismo e o consumo excessivo de álcool. Nunca a frase "corpo são, mente sã" pareceu tão embasada cientificamente: cuidar da saúde física, de fato, faz bem à cabeça - e em médio e longo prazo significa investir na futura saúde mental. A seguir, oito atitudes que, comprovadamente, fazem bem à saúde mental e neurológica. Seu cérebro agradece a leitura.

 

Continua

 

 

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