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Psicologia Infantil: falta

de limites é o maior problema

 

Graziele Wippel - Psicologa Infantil"Busquei ajuda quando percebi que a auto estima dele estava baixa, Vinha sempre triste da escola, se ofendia por qualquer motivo, não conseguia se defender. Como mãe, a gente sempre acha que a timidez vai passar, que é normal, mas depois de três anos decidi buscar ajuda. Nossa vida melhorou muito" As palavras são da dona de casa LA, que procurou uma psicóloga para o filho A, 12 anos, há seis meses.

Ela conta que o garoto já se relaciona melhor com os colegas, se defende sozinho e reconhece que teve parcela de culpa nesse processo. "Por ser filho único e meu marido estar sempre viajando, protegi demais. Se tivesse qualquer problema na escola, eu ia resolver por ele. Aprendi que precisava deixar meu filho criar asas. As pessoas ainda pensam que psicólogo é coisa para louco, mas ajuda muito, meu filho sente falta quando
não vai a sessão".

Para a psicóloga Graziele Wippel, é imprescindível que os pais também sejam trabalhados no processo de ajuda aos filhos, vez em quando dependendo do caso, ela alterna as sessões entre pais e filhos e recomenda, que sempre que possível, o adulto também se trate. "Já tive casos também de perceber, por exemplo, que o grande X da questão é a mãe e não o filho.

 
 

 

 


Então, se puder fazer esse investimento, da mãe estar se trabalhando também, é muito importante", enfatiza a psicóloga.

Especialista em atendimento de crianças e adolescentes, Graziele conta que muitos pais ainda deixam de procurar ajuda, porque carregam um sentimento de culpa, "muitos sabem que não dão limites".

O vilão no consultório dela é justamente a falta de limites, baixa estima, seguido por problemas de relacionamentos em função de separação dos pais e novos companheiros e ainda dos conflitos naturais que sur¬gem durante a adolescência. "Os pais trabalham fora, dei¬xam na escola o dia todo, ou com a avó, ou seja, os valores são outros, cria uma confusão na cabeça da criança. Digo sempre que se tiver meia hora por dia com o filho, que dê atenção, converse, tem que ter união, um ajudar o outro".
Entender que é preciso pedir ajuda cabe aos pais, ressalta Graziele, "havendo interesse e acompanhamento na vida do filho, eles vão saber se é preciso buscar ajuda, observando as atitudes, que podem ir desde a dificuldade de se relacionar e expressar até mesmo a agressividade. A terapia proporciona momentos onde a criança e os pais possam pensar em suas interações, suas dificuldades, seus medos, onde eles possam se experimentar, fantasiar, se escutar. Durante a terapia a criança aprende maneiras de comunicar sentimentos como raiva, medo, tristeza, amor, angustia e ansiedade", encerrou a psicóloga

 

 

 

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